quinta-feira, 26 de novembro de 2009

PÃO CAMPESINO – PÃES ARTESANAIS









PÃO CAMPESINO – PÃES ARTESANAIS

Se você gosta de pães rústicos irá se deliciar com esse pão de casca grossa e miolo macio. Embora aparentemente ele se pareça com um pão sovado a textura é outra.

É de casca bem dura e grossa e no dia seguinte apesar de mais elástica ela continua bem firme. É daqueles bons de rasgar com os dentes ou com os dedos, mas por dentro é cheio de furinhos e é macio, porém não espere a maciez e textura de um pão de leite.

Apesar de o sabor ser outro é um bom substituto para o pão italiano que não consigo achar aqui, só não tem aquele azedinho. É ótimo para servir com antepastos como o antepasto de berinjela à italiana ou com pastas como a de queijo fresco ambos já postados aqui no Cozinha é Poesia.

Como ele tem um lindo aspecto fará muito sucesso se for servido em uma tábua rústica com uma faca ao lado assim seus convidados irão se deliciar com a idéia de se servir e de provar algo novo.

O pão campesino fez muito sucesso aqui em casa e apesar de render 2 unidades grandes nem precisei congelar até as migalhas foram alvo de concorrência! Ele me lembrou muito uns pães em forma de filão que se comprava antigamente geralmente em velhos armazéns que faziam às vezes de padaria.

Vinham embrulhados em folhas de papel grosso ou as casas mais finas o embrulhavam numa folha de papel manteiga. E não era raro que numa só visita a gente comprasse o pão, o leite, o café sempre moído na hora e a manteiga. Em casa a predileta era a manteiga “Aviação” que naquela época ainda vinha em latinhas.

Lembra?



PÃO CAMPESINO

Ingredientes

15g de fermento biológico fresco – equivale a 1 tablete ou 1 colher (sopa)
1e 1/2 xícara (chá) de água morna - em dias muito quentes use água fria
2 e 1/2 colheres (sopa) de açúcar
1/2 colher (sopa) de sal
1 colher (sopa) de manteiga
5 xícaras (chá) de farinha aproximadamente

Modo de fazer

Escolha uma tigela ou outro recipiente grande para fazer a massa. Eu sempre gosto de usar um que seja alto e que tenha tampa assim deixo a massa crescendo dentro dele.

Dissolva o fermento na água morna. Acrescente então o açúcar, o sal a margarina e 2 xícaras da farinha de trigo. Mexa com uma colher, tampe e deixe descansando por 20 ou 30 minutos ou até ficar esponjoso.
Então acrescente mais 2 xícaras da farinha de trigo misture ligeiramente com uma colher e passe a massa para uma bancada. Use o fato da massa ainda estar mole e grudar na bancada a seu favor. Comesse a trabalhá-la, fazendo movimentos de “ir e vir” como se estivesse rasgando-a, ou seja, empurre para cima com a palma da mão e puxe-a para baixo com a ponta dos dedos.
Faça isso durante uns 5 ou 10 minutos ou até que a massa mude a coloração ficando mais clara e adquira um aspecto rendado.
Acrescente então o restante da farinha, trabalhando a massa e raspando a bancada com a ajuda de uma espátula. Pode ser que vão as 5 xícaras de farinha e também pode ser que vá um pouquinho mais.
Sove a massa por cerca de 20 minutos até que fique bem elástica.. Modele uma bola com ela unte-a com óleo e deixe crescer num recipiente tampado até dobrar de volume.
Polvilhe a bancada de trabalho com farinha e vire sobre ela a massa já levedada, Abaixe o volume com as mãos e com uma faca corte a massa em 2 partes e modele 2 pães cilíndricos. Borrife os pães com água (use uma bombinha spray ou um pincel) e polvilhe com farinha de trigo. Com uma faca faça alguns cortes sobre os pães. Passe-os para uma assadeira retangular untada e enfarinhada e deixe crescer novamente em lugar abrigado (o forno “desligado” é um bom lugar).
Aqueça o forno com uns 15 minutos de antecedência, se o forno não estiver bem quente eles não pegam cor. Coloque a assadeira e por baixo dela (no piso do forno) coloque outra menor com água quente. Asse por uns 20 minutos e então reduza a temperatura do forno.
Para saber se os pães estão prontos bata sobre e eles com os dedos deverão produzir um som oco. Retire da assadeira e deixe esfriando sobre uma grade até que esfriem.

Rende 2 unidades grandes


Observações dessa cozinha:

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml










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domingo, 22 de novembro de 2009

CALDA DE AMORA









CALDA DE AMORA – (para sorvetes e mousses)


Na verdade a calda de amoras serve para muitas outras sobremesas, mas com sorvete é minha primeira eleição. Talvez por que nesses últimos dias as temperaturas elevadas tem me levado a desejar morar dentro de um refrigerador mais precisamente dentro de um  pote de sorvete.

Eu usei amoras congeladas que sobraram quando fiz a cuca de liquidificador com amoras por tanto já sabem que não é necessário que sejam frescas. A calda também poderá ser feita com amoras pretas americanas (blackberry) que estão fáceis de achar até aqui.

Para usá-la como cobertura de tortas ou cheese cakes basta aumentar a quantidade de amido de milho (veja observações dessa cozinha). Quer outra idéia deliciosa? Recheie crepes com ricota passada pela peneira com um pouquinho de açúcar, raspinhas de limão se quiser, um pouco de creme de leite até ficar cremoso e sirva com a calda de amoras. Esses crepes por sinal ficam muito bons com qualquer outra calda de frutas vermelhas.

Na minha sugestão eu usei sorvete sabor “Leite Ninho” (é um escândalo de bom), mas de nata, de creme, de iogurte também ficam deliciosos e salpiquei com granola outra delícia de idéia. A sugestão é muito simples, mas também muito boa e vale a pena anotar.

Um bom começo de semana para todos!







CALDA DE AMORA – (para sorvetes e mousses)

Ingredientes

1 xícara (chá) de amoras maduras e sem os cabinhos
1/4 xícara (chá) de açúcar - se elas não estiverem muito doces use 1/2 xícara
3/4 xícara (chá) de água
2 colheres (chá) de amido de milho

Modo de fazer

Leve as amoras, o açúcar e 1/2 xícara da água ao fogo e cozinhe em fogo baixo até ferver. Então junte o amido de milho dissolvido na água restante e continue cozinhando mexendo com freqüência até a calda reduzir um pouco e ficar mais espessa. Mas não deverá cozinhar muito para não desmanchar as amoras e nem deverá ficar muito grossa lembre-se que ao esfriar ela ficará mais espessa.
Passe para um recipiente com tampa e guarde na geladeira.


Observações dessa cozinha:

__ O amido de milho poderá ser aumentado de acordo com o uso que resolver dar a calda de amora. Se desejar cobrir uma torta ou cheese cake use 1 colher (sopa).

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml







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sexta-feira, 20 de novembro de 2009

INFUSÃO GELADA DE ERVA-CIDREIRA E LIMÃO ROSA








INFUSÃO GELADA DE ERVA-CIDREIRA E LIMÃO ROSA


Erva-Cidreira, Melissinha, Cidreira, Cidrinha, Cidreira-Melissa, Cidreira-Falsa, Salva-do-Brasil. Existem vários nomes para essa erva muito bem conhecida das hortas e de muitos quintais.

Dela se faz uma infusão que geralmente é servida quente ou morna para acalmar as dores ou os nervos aflitos. A infusão servida gelada foi uma experiência desse verão quer dizer dessa primavera de dias absurdamente quentes como esses dessa semana.

Os sabores cítricos da erva-cidreira e do limão promovem uma verdadeira sensação de frescor depois de um dia exaustivo principalmente se a infusão for servida bem gelada. É uma ótima bebida para quem sempre gosta de experimentar sabores novos.

O limão rosa que é de acidez de certa forma mais suave nem sempre é fácil de ser encontrado poderá ser trocado por outro. Essa semana eu experimentei com o limão tahiti e também ficou muito, muito bom, como ele tem o sabor mais marcante o sabor cítrico ficou ainda mais ressaltado.

O único cuidado a ser tomado é de não ferver as folhinhas senão elas mudarão a cor, o sabor e perderão as propriedades. No mais é só o prazer de provar um copo cheio de refrescante novidade!







INFUSÃO GELADA DE ERVA-CIDREIRA E LIMÃO ROSA

Ingredientes

500 ml de água
10 a 12 folhas de erva-cidreira de folha – se forem muito pequenas use mais
1/4 de xícara (chá) de suco de limão rosa (ou outro)- o limão poderá ser usado a gosto
Açúcar ou adoçante a gosto

Modo de fazer

Leve a água ao fogo quando estiver “quase” atingindo o ponto de fervura (o fundo da panela ficará cheio de bolhinhas) retire do fogo e junte as folhinhas de erva-cidreira bem higienizadas. Tampe e deixe assim até que esfrie e depois leve para gelar.
Quando for servir coe junte o suco de limão também coado e adoce a gosto.
Sirva com pedras de gelo.










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quinta-feira, 19 de novembro de 2009

FRITADA DE FLORES DE ABÓBORA E ERVINHAS DA HORTA








FRITADA DE FLORES DE ABÓBORA E ERVINHAS DA HORTA

Você já assistiu “Caminhando nas Nuvens”?

É um filme passado no fim da Segunda Guerra Mundial. Um drama familiar recheado de belíssimas cenas gravadas nas vinhas de uma família hispano-americana. Em uma das lindas cenas um jantar é ofertado ao hospede recém chegado (Keanu Reeves) e a matriarca oferece ao moço um prato tradicional da família, uma rica sopa creme de flores de abóbora.

Meus queridos, desde então essa sopa que parece nos enlevar as nuvens como o filme, está listada entre os meus secretos e confessos desejos gastronômicos. Como no filme a iguaria é uma receita de família para tentar reproduzi-la teríamos que praticar o ofício de imaginar. Coisa muito fácil para uma canceriana sonhadora!

Porém entre as páginas da minha imaginação há receitas bem mais acessíveis já que para tentarmos a sopa teríamos que ter a mão dúzias e dúzias de flores de abóbora. Já nessa fritada com dez ou quinze flores é possível saborear um pouco da mesma poesia.

A lembrança mais pertinente que tenho sobre flores de abóbora é a de minha avó colhendo-as entre os imensos pés de abóbora do quintal. Geralmente pela hora do almoço. Ela as abria ao meio, pois eram grandes as flores de abóbora menina a predileta dela. Ela as passava na farinha de trigo e depois em ovos batidos e as fritava numa frigideira de ferro. Eram servidas quentinhas com arroz.

Existem imensas variações e algumas maneiras de fazer uma fritada. Essa receita é pequena eu a faço do começo ao fim numa boa frigideira.

Mas quando se trata de outras versões com muito mais ovos ou com ingredientes mais consistentes no recheio é aconselhável levar a frigideira ao forno para ter a certeza que ela ficará totalmente cozida por dentro. No Oba Gastronomia do Chef Orlando Baumel tem uma excelente versão e explicação de uma fritada (frittata) finalizada no forno.

Para fazer essa minha versão singela e deliciosa de fritada de flores de abóbora nem sequer a imaginação é preciso. Basta somente desejo e as flores é claro!




FRITADA DE FLORES DE ABÓBORA E ERVINHAS DA HORTA

Ingredientes

4 ovos
De 10 a 15 flores de abóbora - dependendo do tamanho
2 colheres (sopa) de ervinhas frescas bem picadas – usei hortelã, cebolinha, salsa e manjericão
2 colheres (sopa) de queijo tipo parmesão ralado fino
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
Óleo vegetal ou azeite de oliva quanto baste

Modo de fazer

Retire os cabinhos e as sépalas das flores de abóbora e lave-as cuidadosamente (são muito frágeis). Seque-as com um papel toalha e rasque as flores entre as pétalas. Reserve.
Bata os ovos com um batedor de arame (fouet) somente até espumar (não se deve batê-los muito) junte as ervinhas bem picadas, o parmesão, as flores reservadas e tempere tudo com sal e pimenta.
Aqueça uma frigideira de fundo grosso de preferência (as de ferro ou teflon são as melhores) e coloque cerca de 2 colheres (sopa) de óleo. Despeje a mistura de ovos ajeitando bem com uma colher bem as flores pela superfície da frigideira. Coloque uma tampa e abaixe o fogo.
Depois de alguns minutos usando uma espátula solte as bordas da fritada da frigideira e verifique se o fundo está solto (a parte de cima ainda deverá estar bem úmida) é hora de virar. Retire a frigideira um pouco do fogo e coloque sobre ela um prato com a parte reta voltada para baixo ou use a própria tampa (se for reta). Vire a fritada com cuidado e recoloque-a dentro da frigideira novamente fazendo-a deslizar do prato.
Volte-a ao fogo baixo recoloque a tampe e frite mais alguns minutos. Para saber se está pronta fure o centro com a ponta de uma faca, não deverá ter vestígio de ovos crus.
Passe para um prato de serviço corte em triângulos e sirva quente.

Rende 4 porções

A fritada que você vê na foto é metade da receita, portanto serviria duas pessoas. Mas confesso que não quis dividi-la com mais ninguém! Afinal de contas fui eu quem foi colher as flores (e as ervas) debaixo de um sol escaldante (de Panorama – SP), fiz a fritada e além de tudo  fiz a fotos. Eu achei bem justo...





Outra boa maneira de fazer é deixá-las inteiras e depois passá-las numa massinha mole (polme) como a de panqueca e em seguida fritar. Elas ainda poderão ser recheadas com um pedacinho de queijo ou com uma mistura de parmesão, farinha de rosca e temperinhos a gosto, nesse caso (recheadas) elas poderão ser preparadas a milanesa.



Lição aprendida desde a infância –“Apenas colher as flores que nunca darão abóboras!
Como é possível saber?
É muito fácil distinguir as flores que poderão virar poesia no prato.
As flores “macho” nunca apresentam frutos. Já as “fêmeas” essas sim mesmo antes de abrirem em botão já carregam sua abobrinha bebê!

No entanto há que aprecie fazer fritadas, terrines, assados e outras iguarias com as flores carregadas de tenras abobrinhas. Uma espécie de “vitela” do reino vegetal...






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segunda-feira, 16 de novembro de 2009

PÃO CASEIRINHO








PÃO CASEIRINHO – PÃES ARTESANAIS


A receita é da comunidade Máquina de Fazer Pão & Cia, mas chegou  nessa cozinha via Cléo a Fada dos pontinhos. A Cleusinha que é de Osasco (São Paulo) e autora do blog além de fazer lindos trabalhos com seus pontinhos também usa a varinha mágica na cozinha!

Aqui em algumas padarias além do pãozinho francês (conhecido de todos) e do italiano (que é um pãozinho muito macio feito a base de semolina) existe ainda o “pão caseirinho” que é mais uma opção para quem não desejar levar nenhum dos outros dois. Então quando passei por lá a semana passada e vi a receita imediatamente minha curiosidade desejou saber se o tal pãozinho era o mesmo que é vendido por aqui.

E o resultado superou minhas expectativas ficou ainda melhor que o que costumamos comprar. Eu já repeti a receita 3 vezes só nessa semana. Fiz no formato tradicional do “caseirinho” (daqui), fiz também um pouco mais compridinhos tipo “doguinho” e fiz também uma versão que é recheada com goiabada a ser postada mais para frente, pois uma pequena alteração na massa tem que ser feita.

Como sabem gosto de fazer os pães artesanalmente então aqui ele está sendo explicado dessa maneira, mas se você desejar basta colocar todos os ingredientes na máquina de fazer pão e usar o “ciclo amassar” e depois modelar os pãezinhos com explicado abaixo.

É um pãozinho perfeito para fazer sucesso com as crianças, levinho, aerado e muito macio. Como a receita é pequena não costuma sobrar para congelar, mas se desejar dobre a receita que ele congela muitíssimo bem.


Também é muito indicado para fazer lanchinhos com frios, com salsicha ou pastinhas suaves de ovos, de queijo e presunto ou de legumes. E também é uma boa razão para começar a semana colocando a mão na massa.

Um lindo e delicioso começo de semana para todos!






PÃO CASEIRINHO


Ingredientes

2 colheres (chá) de fermento biológico seco – veja substituições logo abaixo
1 ovo
3/4 xícara (chá) de leite – veja substituições logo abaixo
2 colheres (sopa) de açúcar
1 e 1/2 colheres (chá) de sal
1 colher (sopa) de manteiga
3 xícaras (chá) de farinha de trigo aproximadamente – eu usei um pouco mais
Manteiga ou margarina derretida para pincelar os pãezinhos

Modo de fazer


Escolha um recipiente grande para fazer a massa. Eu gosto sempre de usar um com tampa, pois assim já deixo a massa crescendo dentro dele.
Misture quase toda a farinha (cerca de 2/3) o fermento biológico seco o sal e o açúcar. Reserve.
Quebre o ovo dentro de uma xícara ou jarra medidora e complete com leite até atingir 240 ml. Misture com um garfo e junte ao recipiente com os ingredientes secos, junte também a manteiga e misture de início com uma colher ou garfo. Passe a massa para uma bancada polvilhada de farinha de trigo e comece a sovar fazendo movimentos de “ir e vir” como se estivesse rasgando-a, ou seja, empurre para cima com a palma da mão e puxe-a para baixo com a ponta dos dedos. Com a massa nesse ponto “grudento” é bem mais fácil. Faça isso durante uns 5 ou 10 minutos ou até que a massa mude a coloração ficando mais clara e adquira um aspecto rendado. Adicione o restante da farinha enquanto continua a sovar.
Use uma espátula para desgrudar a massa da bancada e sove mais 15 ou 20 minutos. Não deixe a massa muito seca, ela deverá ficar bem maleável. Cubra e deixe crescer até dobrar de volume (de 40 a 60 minutos).
Depois de crescida passe a massa para a bancada polvilhada com farinha de trigo e corte-a em 16 pedaços e modele os pãezinhos no formato desejado. Coloque em uma assadeira untada e polvilhada com farinha de trigo ou fubá e deixe crescer até dobrar o volume novamente.
Preaqueça o forno por uns 15 minutos antes de assar os pãezinhos assim eles ficarão douradinhos mesmo sem pincelar com ovo ou gema de ovo. Coloque então a assadeira no forno bem quente e asse-os por cerca de 20 minutos.
Retire a assadeira do forno e pincele-os com manteiga ou margarina derretida enquanto ainda estão quentes. Deixe-os sobre uma grade até que esfriem.


Observações dessa cozinha:

__ Se desejar use fermento biológico fresco ao invés de usar o seco, nesse caso use 1 tablete (15g) ou se tiver o hábito de comprar o fermento que é vendido a granel como eu, use 1 colher (sopa).

__ Existe a opção de fazer a massa de pão sem o ovo nesse caso use 240 ml de leite.

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml.




Aqui na versão mini caseirinho recheado com goiabada. Fico devendo mais detalhes.



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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

BOMBOCADO DE MANDIOCA E ABACAXI - SABOR BRASIL









BOMBOCADO DE MANDIOCA E ABACAXI – SABOR BRASIL


Você já tinha pensado nessa combinação?
Pois eu desde que soube dessa possibilidade não sosseguei até que pus a receita à prova. E foi outra bela e deliciosa surpresa!

Uma combinação perfeita de texturas e sabores foi muito feliz quem elaborou a receita. Cremosa e ao mesmo tempo cheia de instigantes fibrinhas oferecidas pela mandioca pelo coco e pelo abacaxi.

Eu fiz uma redução do açúcar que na receita original levava 4 e 1/2 xícaras para atender os que aqui em casa preferem tudo menos doce e também foi aprovado. Contudo as formigas de plantão poderão testar a versão original.

Toda vez que provo receitas originais e deliciosas como esse bombocado de mandioca e abacaxi a porção verde e amarelo que toma minha alma me faz regozijar e refletir.

Como é rica e criativa a cozinha desse nosso amado Brasil!






BOMBOCADO DE MANDIOCA E ABACAXI

Ingredientes

5 ovos
1 colher (sopa) manteiga derretida
3 xícaras (chá) de açúcar
3 xícaras (chá) de mandioca crua e ralada – na parte grossa do ralador.
1 abacaxi pequeno sem casca e sem miolo, bem picado
1 colher (sopa) de amido de milho
1 xícara (chá) de coco ralado - pode ser fresco ou desidratado

Modo de fazer

Descasque o abacaxi e retirando todos os pontos escuros com a ponta de uma faca. Corte-o em quatro partes e retire a parte fibrosa central. Depois torne a cortar em fatias finas e pique com uma faca. Reserve.
Misture a mandioca ralada e o açúcar em um recipiente. Bata os ovos ligeiramente e acrescente à mistura. Em seguida adicione o abacaxi reservado, a manteiga, o amido de milho e o coco ralado e mexa até que a massa fique homogênea.
Coloque numa assadeira retangular (32 x 22 cm ou redonda equivalente) muito bem untada com manteiga e polvilhada com farinha de trigo.
E leve ao forno médio (180°) por cerca de 40 minutos. Observe as laterais do doce que deverão focar bem douradas, a parte de cima não costuma dourar.
Sirva frio em temperatura ambiente ou gelado cortado em quadradinhos (geladinho ele ficará mais firme para servir).


Observações dessa cozinha:

__ O abacaxi deverá ser picado minusculamente batendo e rebatendo com uma faca larga.

__ A mandioca (macaxeira, aipim) deverá ser ralada na parte mais larga do ralador. Se for ralada na parte fina, você obterá algo parecido como um pudim feito de goma e abacaxi!

__ O coco poderá ser eliminado da receita, mas é claro que ele enriquecerá muito mais se for acrescentado.

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml



POR DO SOL E ABACAXIS




Eu me lembrei que na chácara de um querido amigo havia uns pés de abacaxi e resolvi arriscar. Pensando que talvez a sorte ajudasse e alguma fruta madura ou quase pudesse ser encontrada e fotografada dei um pulo ate lá. Mas assim como os maracujás os lindos pés de abacaxi estão ainda exibindo seus frutos verdes,  também aguardando o esperado verão. Mesmo assim a visita a esse querido amigo me rendeu lindas fotos  e a conversa do seu Joaquim é sempre uma atração que vale por si só a visita






O abacaxizinho ornamental enfeitando o quintal da chácara me fez lembrar que deixei umas mudas na casa de uma tia em Panorama quando vim morar em Dracena. A casa que moro é no centro da cidade e além de não ter muito espaço para plantas tem pouco sol.

Ele já exibiu suas delicadas florzinhas que são minúsculas e lindas e nascem entre as "escamas" e agora os frutinhos começam a amadurecer. Algumas variedades apresentam flores pink e outras azuis os frutinhos quando verdes também variam de pink a azul. Depois que são polinizadas as florezinhas murcham e o frutinho mimoso começa a amarelar até ficar pálido quase sem cor.

Além de servir para fazer arranjos exóticos (e caros) os abacaxizinhos servem para brincar de casinha (eu brincaria). Fora isso são fibrosos e não tem gosto de nada. Eu já tentei comer um!

Bem, apesar de não conseguir nenhuma foto com maracujás e abacaxis maduros a visita como sempre à chácara foi muito agradável e proveitosa as fotos que fiz por lá serão usadas em futuros posts e a natureza no fim do dia nos presenteou com um belíssimo por do sol!

Fotos feitas em Dracena-Nova Alta Paulista - São Paulo



Receita: Globo Rural

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quinta-feira, 12 de novembro de 2009

DOCE DE BANANA COM MARACUJÁ – SABOR BRASIL







DOCE DE BANANA COM MARACUJÁ – SABOR BRASIL


O doce de hoje e o que vem a seguir estavam apenas esperando dias mais frescos e propícios para serem postados já que não são doces leves. Apesar das chuvas os dias estão ainda bem quentes e a tendência para a nossa região é de aumento de temperaturas até a chegada do verão.

Mas independentemente do calor ou da estação do ano eu sempre gosto de ter algum tipo de doce em pasta ou uma compota de frutas na geladeira. Eles ajudam a repor energia e levantam o humor geralmente perdido no decorrer do dia.

A receita foi uma boa descoberta. Sempre apreciei a combinação de banana e maracujá. Você já experimentou cortar uma banana em rodelinhas e servir com a polpa (com as sementinhas) de um maracujá fresco e adoçado a gosto?

Foi essa sobremesa deliciosa e simples que me levou a provar a combinação feita dentro da panela. A receita original não pedia para bater as bananas no liquidificador. Mas meu desejo pedia uma pasta bem lisa e brilhante e fui atendida!

O doce tem uma linda cor e um sabor “azedinho”, mas não é leve para se comer em fartas porções, tem uma considerável quantidade de açúcar. Use-o como se fosse uma geléia. Sirva com pão, torradinhas, biscoitos ou coma-o a colheradas do jeitinho que eu gosto de fazer!






DOCE DE BANANA COM MARACUJÁ

Ingredientes

1 kg de bananas descascadas e cortadas em rodelas
700g de açúcar
1 copo (250 ml) de suco de maracujá concentrado – feito com a fruta fresca ou industrializado

Modo de fazer

Coloque as bananas em uma panela de fundo grosso e junte metade do açúcar . Leve ao fogo e cozinhe até que fique com uma consistência mais líquida.
Passe o conteúdo da panela para o copo do liquidificador e bata até que fique homogêneo. Volte o doce para a panela e adicione o açúcar restante e o suco de maracujá.
Volte a panela ao fogo e cozinhe mexendo com freqüência para não grudar. Como o doce espirra no início procure manter a panela  semi tampada (cuidado pra não se queimar).
Dê o doce por pronto quando aparecer o fundo da panela.
Passe para vidros esterilizados ou para outro recipiente escolhido.
Sirva com queijo, torradas, biscoitos ou use como recheio.







Não é a toa que os maracujás que por aqui chegam sempre muito bons e bonitos cultivados em várias cidades da região ainda estejam caros e muito azedos. Os pés ainda estão carregados de flores e os frutos ainda verdes.

Mas há a opção de fazer o doce com o suco que é vendido em garrafinhas (industrializados) ou a polpa congelada, enquanto esperamos os frutos que deverão ter o sabor e preços muito bons no início do verão.

Fotos feitas em Dracena - Nova Alta Paulista – São Paulo





Receita: Programa Globo Rural


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sexta-feira, 6 de novembro de 2009

ALMÔNDEGAS AO MOLHO DE CEBOLA TOSTADA




ALMÔNDEGAS AO MOLHO DE CEBOLA TOSTADA


A receita desse molho assim como a das beterrabas ao molho suave de limão também saiu das páginas vegetarianas da antiga enciclopédia que descobri na biblioteca. Mas com o tempo acabei desvirtuando a receita original que era uma sugestão para ser servida com almôndegas de aveia (ou de nozes).

Também acabei com o tempo mudando o nome que originalmente era “molho marrom”. Como não ficava marrom nem com caldo de legumes e nem com caldo de carne tomei essa liberdade.

Essa também está no time das receitas fáceis apesar de ser feita em duas etapas. Qualquer receita de almôndegas, até mesmo as que vêm congeladas poderão ser usadas. A receita abaixo é apenas uma sugestão. Eu costumo usar essa versão para micro-ondas pela facilidade de não precisar fritar e também pela consistência que é muito macia, mas se desejar basta passá-las antes por farinha de trigo depois fritar como sempre faz com sua receita favorita

O molho de cebola tostadas também fica excelente para tirar aqueles hambúrgueres congelados do lugar comum. Depois de fritar os hambúrgueres use o fundo da frigideira para fazer o molho. Fica muito especial.

O nome da enciclopédia correto e com detalhes ficarei devendo para uma próxima postagem com mais alguma receita tirada de lá. Pois como sabem os meus dias tem sido de tempo escasso e a maioria dos meus livros, receitas, cadernos e anotados já foram embalados e aguardam ansiosamente como eu uma mudança que a cada semana se aproxima...


ALMÔNDEGAS AO MOLHO DE CEBOLA TOSTADA

Ingredientes

Para as almôndegas

300g de carne moída
1 colher (sopa) de farinha de trigo
1 ovo
1/2 cebola ralada (pequena)
Salsinha picada a gosto
Sal e pimenta do reino a gosto

Para o molho

2 e ½ colheres (sopa) de óleo vegetal – milho ou canola, etc
2 colheres (sopa) de farinha de trigo
1 cebola picada
2 xícaras (chá) de caldo de carne
Sal a gosto

Modo de fazer

Faça as almôndegas

Misture todos os ingredientes até ficar bem ligado. Se achar que ficou mole acrescente 1 ou 2 colheres de farinha de trigo a mais.
Modele as almôndegas e coloque-as num refratário baixo uma ao lado da outra (em círculos) que possa ir ao micro-ondas. Coloque uma tampa por cima (própria para uso em microondas) e leve ao micro por 6 minutos na potência máxima. Troque as almôndegas de lugar e cozinhe por mais 2 minutos na potência alta. Deixe por mais 5 minutos dentro do micro-ondas (desligado) no tempo de espera, enquanto isso prepare o molho.

Faca o molho

Aqueça o óleo e junte a cebola, frite mexendo constantemente até que elas fiquem tostadas com uma cor marrom claro sem, no entanto deixar queimar!
Junte a farinha de trigo e toste mais um pouco. Retire a panela do fogo e junte um pouco do caldo de carne (cerca de 1/3) e mexa até que farinha se dissolva por completo só então junte o restante do caldo. Volte a panela ao fogo e cozinhe sempre mexendo até engrossar.
Junte as almôndegas ao molho e cozinhe mais alguns minutinhos. Se desejar frite mais uma cebola a parte salpique sobre as almôndegas.
Fica delicioso quando servido com purê de batatas!

Serve 4 porções

Observações dessa cozinha:

__ Se desejar fazer essa receita de almôndegas e fritar, talvez seja necessário acrescentar 1 ou 2 colheres a mais de farinha de trigo. Antes de frita-las passe-as também por farinha. Depois de fritas deixe-as escorrendo sob papel absorvente antes de junta-las ao molho.

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml.










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quarta-feira, 4 de novembro de 2009

SALADA DE BETERRABAS AO MOLHO SUAVE DE LIMÃO






SALADA DE BETERRABAS AO MOLHO SUAVE DE LIMÃO


Os últimos dias foram os mais quentes dessa primavera e ontem tivemos o dia mais quente do ano (até agora). Um feroz calor de 40° registrado na sombra eliminou por completo minha tentativa de postar o doce que estava programado para hoje.

Se ao menos fosse um sorvete ou um doce fresco, mas não era o caso. A meteorologia anuncia dias mais frescos e chuva no fim de semana. Aguardemos...

Sendo assim escolhi mais uma salada também fácil e bem fresquinha. Receita ótima para usar e abusar nesse calor que já começou e que se estenderá até o inicio do próximo ano.

Descoberta há um bom tempo atrás folheando as páginas vegetarianas de uma antiga enciclopédia de cozinha numa das minhas visitas a biblioteca, hábito que sempre tive, mas que anda um pouco abandonado nos últimos anos. A receita me chamou a atenção.

Pelo molho que apesar de levar bastante suco de limão não ficar nenhum um pouco ácido e pela ausência de óleo ou azeite. Poderíamos até chamá-la de light! Embora eu também aprecie beterraba em versões ácidas e picantes, essa me encantou exatamente pelo contrário, a suavidade.

Eu aproveitei que as beterrabas estavam ótimas e miúdas (são as melhores) e preparei duas receitas. Agora basta guardá-la na geladeira e servir nesses dias quentes de primavera verão.




SALADA DE BETERRABAS AO MOLHO SUAVE DE LIMÃO


Ingredientes

4 beterrabas médias cozidas - 3 se forem grandes
2 colheres (chá) de sal
2 colheres (chá) de açúcar
1 xícara (chá) do caldo do cozimento das beterrabas
1/2 xícara (chá) de suco de limão (coado)
1 cebola média

Modo de fazer

Lave bem as beterrabas com uma escovinha e leve-as a cozinhar se possível com parte do talo. Quando estiverem macias retire-as do fogo e escorra reservando 1 xícara do caldo do cozimento para o molho. Passe-as beterrabas sob água fria e ainda quentes sob um fio de água corrente retire-lhes a casca com as mãos.
Corte-as em tiras ou outro formato de sua escolha, coloque num recipiente com tampa, se possível de vidro. Reserve.
Faça o molho
Numa pequena panela coloque o caldo do cozimento das beterrabas, o suco de limão, o sal, o açúcar e a cebola cortada em tirinhas. Leve ao fogo, assim que começar a ferver, retire e despeje o molho sobre as beterrabas reservadas. Leve a geladeira e deixe repousar por algumas horas antes de servir.


Observações dessa cozinha:

__ Essa salada fresca e deliciosa se conserva por alguns dias na geladeira em recipiente bem tampado. Basta tomar o cuidado de não voltar as sobras da porção que foi levada a mesa ao recipiente.

__ Use medidas padrão, xícaras de 240 ml




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sábado, 31 de outubro de 2009

MOLHO CREMOSO PARA SALADAS





Mas uma receitinha simples e rápida. Perfeita para quem corre durante a semana toda e tem pouco tempo para pensar em algo que agrade a todos,que seja gostoso, que tenha boa apresentação e que além de tudo seja fácil!

O molho para salada poderá ficar pronto na geladeira. Enquanto você prepara aquele arroz básico e mais  algum grelhado ou então recorre a aquela fiel caixa de empanados sempre de reserva no freezer você decide o que usar na salada.

A inspiração para montar a salada vem do que há na geladeira. Se as verduras já estiverem higienizadas o trabalho diminui mais ainda. Procure apenas fatiar ou ralar os legumes no momento de usar.

Repolho verde, repolho roxo, folhas diversas, cenoura, beterraba, pimentões coloridos, tomatinhos, maçã, misturar frutas também fica muito bom. E se desejar e não se importar com calorias, não que o assunto aqui seja light! Enriqueça a salada com tirinhas de presunto e batata palha.

Basta soltar a imaginação!



MOLHO CREMOSO PARA SALADAS


Ingredientes

1 xícara (chá) de maionese (240 ml)
4 colheres (sopa) de vinagre de vinho branco
1 colher (sopa) de açúcar
1 colher (sopa) de mostarda (amarela)
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto (não costumo colocar)

Modo de fazer

Misture todos os ingredientes com um batedor de arame (fouet) ou com um garfo até que fique liso e homogêneo. Passe para uma molheira e sirva com a salada de sua escolha. As preferidas para usar com esse molho são as de legumes e verduras cruas!
O molho poderá ser armazenado por alguns dias na geladeira.





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